Julgarmos propícia esta ocasião
para afirmar, como um princípio que afeta os direitos e interesses dos Estados
Unidos, que os continentes americanos, em virtude da condição livre e
independente que adquiriram e conservam, não podem mais ser considerados, no
futuro, como suscetíveis de colonização por nenhuma potência européia […] (Mensagem do Presidente James
Monroe ao Congresso dos EUA, 1823)
A frase
que resume a doutrina é: "América para os americanos"
A Doutrina Monroe,
liderada pelos Estados Unidos
da América que tinha como lema “A América para os Americanos”
trouxe certa agitação política para o continente. Na verdade, o que ela promoveu
foi apenas uma mudança de dependência dos países do continente americano, que
antes tinha como sua metrópole oficial os países europeus e agora, tinham como
referência, os Estados Unidos. No entanto, os países americanos, sentiram certo
apoio na sua luta pela liberdade. Porém os Estados
Unidos contribuíram muito para esse processo, no entanto, a sua
ideia não era buscar uma América livre, sua visão era buscar uma América dos Estados Unidos, ou seja, um
continente onde a sua opinião e ideologia tivessem uma influência forte. George
Washington (1789-1797) assumiu o controle do país, que estava vivendo um
processo republicano. A sua ideia, nesse primeiro momento, era tornar-se
diferente dos países europeus e consequentemente fazer uma política de
isolamento, onde não tentava não recorrer ao velho continente. Doutrina
Monroe, liderada pelo presidente de então James Monroe
(1817-1825), “os continentes americanos, em virtude da condição livre e
independente que adquiriram e conservam, não podem mais ser considerados, no
futuro, como suscetíveis de colonização por nenhuma potência europeia.”
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